seja bem vindo ao nosso site, o que são modos gregos? Modos gregos são tipos de escalas que surgem quando pegamos a escala maior e estabelecemos uma nova tônica, jânio,dárico,frígio, lídio,mixolidio, eolio, locrio.,cada um dos 7 modos gregos possuem uma sonoridade especial com característica unica, lembre-se disso.
Como temos 7 notas na escala maior, temos 7 modos gregos,cada um começando por uma tõnica diferente.Neste curso veremos os 7 modos gregos da escala de DÓ maior. E apreenderemos como dar mais ritmo a cada escala,de forma unica modos gregoss e uma forma de usar as escalas para solar e improvisar.,e um conhecimento fundamental para guitarristas, pois permiti criar solos interessantes
Emiliano Gomide é professor de guitarra e fundador do blog Guitar Coast. Formado em Engenharia de Produção e apaixonado por guitarra, Emiliano dá aulas com uma linguagem simples e fácil de entender. Sua especialização é em solos de guitarra, particularmente em improvisos com feeling, técnica e criatividade.
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História
Historicamente, os modos eram usados especialmente na música litúrgica da Idade Média, sendo que poderíamos também classificá-los como modos "litúrgicos" ou "eclesiásticos".
Existem historiadores que preferem ainda nomeá-los como "modos gregorianos" por terem sido organizados, também, pelo papa Gregório I, quando este se preocupou em organizar a música na liturgia de sua época. Outros nomes são "modos litúrgicos" ou "modos eclesiásticos". Segundo alguns esses nomes são preferíveis porque foi descoberto que os modos gregos na antiga Grécia não eram exatamente os mesmos como os modos na época medieval até hoje.
No final da Idade Média a maioria dos músicos foi dando notória preferência aos modos jónio e eólio que posteriormente ficaram populares como Escala maior e Escala menor.
Os demais modos ficaram restritos a poucos casos, mas ainda são observados em diversos gêneros musicais. O sétimo modo, o lócrio foi criado pelos teóricos da música para completar o ciclo, mas é de raríssima utilização e pouca aplicabilidade prática.
De fato, o modo lócrio existe como padrão intervalar, mas não como modo efetivamente, visto que a ausência da quinta justa impede que haja sensação de repouso na tríade sobre a nota fundamental. Por outro lado, tanto a música erudita quanto a música popular do século XX (marcadamente o jazz) acolheram o uso da quarta aumentada (ou quinta diminuta), pois a tensão proporcionada pela dissonância pode ser aproveitada com finalidades expressivas. (É importante observar que embora a quinta diminuta e a quarta aumentada sejam a mesma nota, desempenham função completamente distinta no acorde. A quinta diminuta faz parte da triade ou tétrade, ou seja, da estrutura básica do acorde, enquanto a quarta aumentada desempenha a função de tensão do acorde. A quarta aumentada vem da escala lídia, ou lídia com sétima menor, enquanto a quinta diminuta vem da escala lócria ou de uma escala alterada. Por não fazer parte da estrutura do acorde, os músicos preferem chamar a quarta aumentada de décima primeira aumentada, ou, simplesmente, #11, deixando bem claro se tratar de uma tensão. Já a quinta diminuta recebe esta denominação e costuma ser grafada como b5)
Entendendo melhor
Para sabermos utilizar tais sistemas na prática, devemos ter em mente que a escala musical actual é cromática, portanto, podemos estabelecer uma tonalidade e sobre esta (sem mover a nota da tónica) estabelecer cada uma das funções de um modo.
Exemplo
Partindo sempre da nota dó:
Jônio: dó - ré - mi - fá - sol - lá - si
Dórico: dó - ré - mi♭ - fá - sol - lá - si♭
Frígio: dó - ré♭ - mi♭ - fá - sol - lá♭ - si♭
Lídio: dó - ré - mi - fá♯ - sol - lá - si
Mixolídio: dó - ré - mi - fá - sol - lá - si♭
Eólio: dó - ré - mi♭ - fá - sol - lá♭ - si♭
Lócrio: dó - ré♭ - mi♭ - fá - sol♭ - lá♭ - si♭
MODO Terça Intervalo Característico Nota Diferencial Referencial à Escala Diatônica Moderna
JÔNIO maior ----- ----- Idêntica à Dó Maior
DÓRICO menor 6ª Maior Si Ré Menor
FRÍGIO menor 2ª Menor Fá Mi Menor
LÍDIO maior 4ª aumentada Si Fá Maior
MIXOLÍDIO maior 7ª menor Fá Sol Maior
EÓLIO menor ----- ----- Idêntica à Lá Menor
LÓCRIO menor 2ª menor e 5ª diminuta Dó e Fá Si Me
SOBRE O AUTOR DO CURSO
Emiliano Gomide é professor de guitarra e fundador do blog Guitar Coast. Formado em Engenharia de Produção e apaixonado por guitarra, Emiliano dá aulas com uma linguagem simples e fácil de entender. Sua especialização é em solos de guitarra, particularmente em improvisos com feeling, técnica e criatividade.
Tocando guitarra e violão desde 1998, começou seus estudos no Centro Musical Antonio Adolfo, no Rio de Janeiro. Anos depois, foi aluno do renomado professor Dimitri de Alencar.
Começou a dar aulas de guitarra em 2003, o que o permitiu entender as principais dificuldades de cada aluno.
Em 2008, criou o blog Guitar Coast, fruto de sua experiência após tocar em 5 bandas, fazendo shows e gravações. Seu objetivo é transmitir tudo aquilo que aprendeu, tanto com professores,
quanto na prática, tocando sozinho, como fazem muitos guitarristas. Até hoje, o Guitar Coast já recebeu mais de 700 mil visitantes e é o entusiasmo dos leitores que o inspira para escrever novos artigos.
Após perceber que muitos alunos e leitores não conseguiam solar com precisão devido à falta de técnica, decidiu montar um curso com esse foco. Desde então, tem desenvolvido sua própria metodologia, baseada em princípios testados pelo próprio.
Em 2014, criou o curso Como Dobrar Sua Velocidade - um método para dobrar a velocidade na guitarra em apenas um mês, tanto para alunos iniciantes quanto avançados. Os resultados e depoimentos dos alunos tem comprovado a eficácia do método, permitindo resultados rápidos para quem tem pouco tempo para praticar.
Quer conhecer mais sobre Emiliano Gomide? Veja suas dicas e artigos em www.guitarcoast.com
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História
Historicamente, os modos eram usados especialmente na música litúrgica da Idade Média, sendo que poderíamos também classificá-los como modos "litúrgicos" ou "eclesiásticos".
Existem historiadores que preferem ainda nomeá-los como "modos gregorianos" por terem sido organizados, também, pelo papa Gregório I, quando este se preocupou em organizar a música na liturgia de sua época. Outros nomes são "modos litúrgicos" ou "modos eclesiásticos". Segundo alguns esses nomes são preferíveis porque foi descoberto que os modos gregos na antiga Grécia não eram exatamente os mesmos como os modos na época medieval até hoje.
No final da Idade Média a maioria dos músicos foi dando notória preferência aos modos jónio e eólio que posteriormente ficaram populares como Escala maior e Escala menor.
Os demais modos ficaram restritos a poucos casos, mas ainda são observados em diversos gêneros musicais. O sétimo modo, o lócrio foi criado pelos teóricos da música para completar o ciclo, mas é de raríssima utilização e pouca aplicabilidade prática.
De fato, o modo lócrio existe como padrão intervalar, mas não como modo efetivamente, visto que a ausência da quinta justa impede que haja sensação de repouso na tríade sobre a nota fundamental. Por outro lado, tanto a música erudita quanto a música popular do século XX (marcadamente o jazz) acolheram o uso da quarta aumentada (ou quinta diminuta), pois a tensão proporcionada pela dissonância pode ser aproveitada com finalidades expressivas. (É importante observar que embora a quinta diminuta e a quarta aumentada sejam a mesma nota, desempenham função completamente distinta no acorde. A quinta diminuta faz parte da triade ou tétrade, ou seja, da estrutura básica do acorde, enquanto a quarta aumentada desempenha a função de tensão do acorde. A quarta aumentada vem da escala lídia, ou lídia com sétima menor, enquanto a quinta diminuta vem da escala lócria ou de uma escala alterada. Por não fazer parte da estrutura do acorde, os músicos preferem chamar a quarta aumentada de décima primeira aumentada, ou, simplesmente, #11, deixando bem claro se tratar de uma tensão. Já a quinta diminuta recebe esta denominação e costuma ser grafada como b5)
Fundamentação
Os modos baseiam-se atualmente na escala temperada ocidental, mas inicialmente eram as únicas possibilidades para a execução de determinados sons. Desde a antiga Grécia os modos já se utilizavam caracterizando a espécie de música que seria executada. Os modos, bem definidos então, eram aplicáveis de acordo com a situação, por exemplo: se a música remetia ao culto de um determinado deus deveria ser em determinado modo, e assim para cada evento que envolvesse música.
Com o temperamento da escala e a estipulação de uma afinação padrão, os modos perderam gradativamente a sua importância, visto que a escala cromática englobava a todos e harmonicamente foi possível classificá-los dentro dos conceitos "maior e menor".
O uso de frequências determinadas possibilitou o desenvolvimento das melodias na música juntamente com a harmonia e, com isto, na atualidade, os modos facilitam a compreensão do campo harmónico e sua caracterização, mas não possuem mais funções individuais. Devido ao uso do temperamento igual na música moderna não mais estabelecemos diferença entre bemol e sustenido na escala cromática, há, então, ainda mais restrição para o emprego de modos na música, senão como elemento teórico.
Os modos podem ser entendidos com extensão da escala natural de dó maior.
As notas dó ré mi fá sol lá si fazem parte de dó jônico. Se aplicarmos essas mesmas notas transformando a tónica em ré, teremos ré mi fá sol lá si dó, um ré menor dórico. Em mi menor temos mi fá sol lá si dó ré mi, um mi menor frígio, e assim por diante.
Entendendo melhor
Para sabermos utilizar tais sistemas na prática, devemos ter em mente que a escala musical actual é cromática, portanto, podemos estabelecer uma tonalidade e sobre esta (sem mover a nota da tónica) estabelecer cada uma das funções de um modo.
Exemplo
Partindo sempre da nota dó:
Jônio: dó - ré - mi - fá - sol - lá - si
Dórico: dó - ré - mi♭ - fá - sol - lá - si♭
Frígio: dó - ré♭ - mi♭ - fá - sol - lá♭ - si♭
Lídio: dó - ré - mi - fá♯ - sol - lá - si
Mixolídio: dó - ré - mi - fá - sol - lá - si♭
Eólio: dó - ré - mi♭ - fá - sol - lá♭ - si♭
Lócrio: dó - ré♭ - mi♭ - fá - sol♭ - lá♭ - si♭
Isso cria, para cada modo, um novo campo harmónico, uma tónica em escalas diferentes.
Resumindo...
MODO Terça Intervalo Característico Nota Diferencial Referencial à Escala Diatônica Moderna
JÔNIO maior ----- ----- Idêntica à Dó Maior
DÓRICO menor 6ª Maior Si Ré Menor
FRÍGIO menor 2ª Menor Fá Mi Menor
LÍDIO maior 4ª aumentada Si Fá Maior
MIXOLÍDIO maior 7ª menor Fá Sol Maior
EÓLIO menor ----- ----- Idêntica à Lá Menor
LÓCRIO menor 2ª menor e 5ª diminuta Dó e Fá Si Me
Eu acredito que a musica tem poderes sublimes e espero transmitir para vocês o máximo de conhecimento possível sobre violão e guitarra aqui no curso.Emiliano Gomide.

